segunda-feira, 12 de outubro de 2015

A CAVEIRA

LA CALAVERA


Potira itapitanga.
Viva Nossa Senhora Aparecida!
Viva América, apesar de invadida...


Em português

Algo uma caveira branca procura na noite escura. Onde está a lua que não me alumbra?
Uma casa!
A caveira está com fome e em uma casa deve ter moradores... Ela quer comida...
Gira a maçaneta, a porta se abre e ela entra. Com seus olhos que não existem observa ao redor e ninguém.
- Onde estão os moradores? Tenho fooooome!
Atravessa a sala. Seu pé direito martela o piso. Tic. O pé esquerdo também. Tic. Tic, tic, tic...
Da sala vai à sala de jantar.
Ninguém!
Da sala de jantar vai à cozinha. Então sorri muito mais ainda. Finalmente. Comida! Devagar pegou a faca em cima da mesa. Percorreu ameaçadora com a faca na mão ossuda e... Rarrarrá! Ela gargalha. ... E passa manteiga no pão.


En español

Algo una calavera blanca procura en una noche oscura. ¿Dónde está la luna que no me alumbra?
¡Una casa!
La calavera estay con hambre y en una casa hay que tener vivientes… Ella quiere comida…
Gira el pomo, la puerta se abre y ella se adentra. Con sus ojos que no existen mira alrededor y nadie.
- ¿Dónde están los habitantes? ¡Tengo haaambre!
Cruza la sala. Su pié derecho martilla el piso. Tic. El izquierdo también. Tic. Tic, tic, tic…
Cruza la sala y se va al comedor.
¡Nadie!
Del comedor se va a la cocina. Entonces sonríe más largo aún. Finalmente. ¡Comida! Tomó despaciosa el cuchillo arriba de la mesa. Recorrió amenazadora con el cuchillo en la mano huesuda y… ¡Jajajá! Ella carcajea. … Y extiende la mantequilla en el pan.


Ofrezco como regalo de cumpleaños a mis queridos
Ricardo A.W. Leite, Victor H.L. Macedo, Fernanda Peron, Dely T. Damaceno, Karla Suelen, Carmem L. Assis, Leticia Pereira, Rosemary Gomes, Shirley Maclane, Edmar Pereira, Eduarda Canbambo, Gely Fantini, Marcos Pinto, Giovânia Torres, Cida D. Maninha, Igino de Oliveira, Hércules Malta, Mary Cordeiro, Sheila Esteves, Flávia Frazão, Clara M. Viana e Yasmim Correa.

Revisión en español de Valdiene Gomes.

Potira itapitanga são duas palavras que vem do tupi e significam “flor” e “pedra vermelha” (rubi). É meu desejo que cada leitor encontre em meus textos flores e pedras preciosas.

Escrito originariamente en español y entre el día 03 de julio de 2014 y el día 12 de octubre de 2015.

2 comentários:

Josmar Divino Ferreira disse...

Que caveira de sorte. Imaginei outro final para teu texto kkkkkkkkkkkk. Os escritores macabros vão sorrir com certeza pela solução que encontrou! Pão com manteiga numa casa deserta? Foi demais. Como sempre umbelo texto amigo Rubem Leite.

Adriana disse...

Me gustó mucho su texto, principalmente el final. óptimo!
Soy la profa. de su amigo Rodrigo. Mucho gusto!
Abrazos,