domingo, 1 de maio de 2016

TERRÍVEL TERROR ATERRADOR

TERRIBLE TERROR ATERRADOR – TERRIBLE TERROR TERRIFYING


o mundo segue o ritual
de se comer e vomitar
o mundo.
               DELARTE, 2016.


Potira itapitanga.


Em português

Joaquim Pigcerdo era um homem que não gostava de tomar banho. Uma manhã sua pele começou a ferver, derreter e desaparecer. Horrível! As células mortas voltaram à vida. Ou dizendo melhor, elas se converteram em mortas-vivas. As células do Joaquim se transformaram em zumbis porque ele não esfregava a pele quando se banhava. As células zumbis estavam famintíssimas e comeram as células vivas até ele desaparecer. E hoje elas andam até nós. Diga-me, já tomou seu banho hoje?...


En español

Joaquín Pigporco era un hombre que no le gustaba ducharse. Una mañana su piel empezó a hervir, derretir y desaparecer. ¡Terrible! Las células muertas se volvieron a la vida. O diciendo mejor, ellas se convirtieron en muertas-vivas. Las células de Joaquín se transformaron en zombis porque él no frotaba la piel cuando se duchaba. Las células zombis estaban demasiado hambrientas y comieron las células vivas hasta él desaparecer. Y hoy ellas caminan hasta nosotros. Dígame, ¿ya se has bañado hoy?...


In English

Joaquin Cerdoporco was a man with don’t like to bathe. A morning your skin begin to effervesce, melt and disappear. Horrible. The dead cells return the life. Or rather saying, they have converted in undead. Joaquin’s cells became in walk dead because he does not rubs the skin to at the shower. The zombies cells were very hungry and they ate the live cells until he disappear. And they move to us. Tell me, you’ve showered today?...


Ofereço como presente aos aniversariantes
Deusdeth J. Amorim, Cristianne de Sá, Fernando Viana, Patrícia P. Cruz, Luis Yuner, Mariana Porto, Carol Galdino, Geane S. Oliva, Tatiane Pereira, Juliano Fernandes, Pedro H.P. Leite, Renatho Portinelly, Vera L. Buzo, Tatiane Melo, Ju Ferraz, Diogo Henrique e Newton Leite.

DELARTE, Willian. O Alien da Linha Azul, poesia brasileira. São Paulo: Edições Incendiárias, 2016.
Potira itapitanga são duas palavras que vem do tupi e significam “flor” e “pedra vermelha” (rubi). É meu desejo que cada leitor encontre em meus textos flores e pedras preciosas.


Escrito originalmente em inglês na tarde de 09 de agosto de 2015 e trabalhado nas três língua entre a noite de 10 de agosto de 2015 e a manhã de 01 de maio de 2016.

3 comentários:

Josmar Divino Ferreira disse...

Esse joaquim é comum em nossa comunidade... E suas células deve realmente andar por aí.... Cloro que tomei banho hoje e quente porque aqui está muito frio... E levei o SUCHI, meu cãozinho para fazer xixi...Falando sério Rubem Leite teu texto é de arrepiar. Lindo dia.

Josiane Hungria disse...

Apocalipse zumbi em andamento?!

ju ferraz disse...

Você é ótimo!obrigada sempre!